E aí que eu tive a grande idéia de divulgar o blog em aula: boa, Niamei (?). Not!
Fiquei sem saber se as cores/layout dizem algo sobre mim. (Not!/Not?)
Falo muito sobre mim? (Not!/Not?)
:~
quinta-feira, 19 de março de 2009
domingo, 8 de março de 2009
BBB
Falem mal à vontade. O fato é que por mais idiota que possa parecer, o Big Brother realmente me prende à TV. Não sei nem bem ao certo explicar o porquê.
O que mais me intriga é que, por mais que os resultados dos paredões possam mais ou menos indicar como ele são vistos aqui fora, ninguém tem certeza de nada. Quem para eles é o vilão, aqui fora pode ser o mocinho.
Isso me faz pensar 'no mundo aqui fora'. Também é meio impossível a gente saber qual a real idéia que as pessoas tem da gente. Será que todos aqueles elogios que meu tal 'amigo' me faz continuam valendo quando eu viro as costas? Será que a idéia de que eu não sou um vilão coincide com a idéia das pessoas que me conhecem?
Houve tempos em que o conflito entre a imagem que as pessoas tinham de mim e aquilo que eu realmente julgava ser, era imenso. Hoje, embora nem tão grande, essa diferença ainda existe. Acho que sempre existirá. Não creio que seja possível que nossos pensamentos, que nossas atitudes sejam traduzidos pelos outros tal qual foram concebidos em nossa mente. Esse ruído que acontece entre essas duas concepções diferentes, pode resultar em (pré)julgamentos, (pré)conceitos...
O 'ruim' é o que o paredão aqui fora, aquele pode comprovar ou não nossas teses - sobre nós mesmos e outras pessoas - é bem diferente... A 'eliminação' ocorre de maneira mais sutil, mais silenciosa. E ela não implica no abandono da casa, implica numa revisão de conceitos, de idéias. É quase como que um convite a repensar a vida e procurar aparar as arestas.
Reflexão tola, mas que me veio à mente e não pude evitar de pôr aqui.
Obs: Espero que, durante a vida, eu esteja arrecadando somente votos a meu favor...
O que mais me intriga é que, por mais que os resultados dos paredões possam mais ou menos indicar como ele são vistos aqui fora, ninguém tem certeza de nada. Quem para eles é o vilão, aqui fora pode ser o mocinho.
Isso me faz pensar 'no mundo aqui fora'. Também é meio impossível a gente saber qual a real idéia que as pessoas tem da gente. Será que todos aqueles elogios que meu tal 'amigo' me faz continuam valendo quando eu viro as costas? Será que a idéia de que eu não sou um vilão coincide com a idéia das pessoas que me conhecem?
Houve tempos em que o conflito entre a imagem que as pessoas tinham de mim e aquilo que eu realmente julgava ser, era imenso. Hoje, embora nem tão grande, essa diferença ainda existe. Acho que sempre existirá. Não creio que seja possível que nossos pensamentos, que nossas atitudes sejam traduzidos pelos outros tal qual foram concebidos em nossa mente. Esse ruído que acontece entre essas duas concepções diferentes, pode resultar em (pré)julgamentos, (pré)conceitos...
O 'ruim' é o que o paredão aqui fora, aquele pode comprovar ou não nossas teses - sobre nós mesmos e outras pessoas - é bem diferente... A 'eliminação' ocorre de maneira mais sutil, mais silenciosa. E ela não implica no abandono da casa, implica numa revisão de conceitos, de idéias. É quase como que um convite a repensar a vida e procurar aparar as arestas.
Reflexão tola, mas que me veio à mente e não pude evitar de pôr aqui.
Obs: Espero que, durante a vida, eu esteja arrecadando somente votos a meu favor...
quinta-feira, 5 de março de 2009
Bode recorrente escutando Adele. Válido. 'É o que tem'.
Contraditório é pouco. Ao meio-dia almoço com a amiga que precisava conversar sobre relacionamento. Saldo positivo; conselhos dados, tudo lindo. Fica mais fácil visualizar 'soluções' para um problema quando se está olhando de fora. Quando tu é o 'personagem' principal, quando é tu quem está no meio da tormenta, a coisa complica. Principal e único personagem. De uma história que vem sendo escrita a pelo menos 4 anos mas que ainda não começou, de uma peça que não tem sequer data prevista para estréia. Se vai ser sucesso? Ainda não sei. Torço por isso, mas não sei. Como torcer não basta, mãos à obra...
Contraditório é pouco. Ao meio-dia almoço com a amiga que precisava conversar sobre relacionamento. Saldo positivo; conselhos dados, tudo lindo. Fica mais fácil visualizar 'soluções' para um problema quando se está olhando de fora. Quando tu é o 'personagem' principal, quando é tu quem está no meio da tormenta, a coisa complica. Principal e único personagem. De uma história que vem sendo escrita a pelo menos 4 anos mas que ainda não começou, de uma peça que não tem sequer data prevista para estréia. Se vai ser sucesso? Ainda não sei. Torço por isso, mas não sei. Como torcer não basta, mãos à obra...
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