terça-feira, 30 de junho de 2009

Eu sempre achei que era meio balela aquela história de que 'quando tu menos esperar, vai aparecer alguém'. Pra mim, soava como um consolo à minha falta de sorte em achar alguém que me despertasse interesse. Hoje eu começo a achar que é realmente verdade.

Foi de repente. Não esperava. De verdade. Então o 'tal alguém' apareceu. Apareceu e deixou sua marca. Os contatos tornaram-se cada vez mais constantes e cheios de significados. Com o passar do tempo, ele passou a ocupar espaços cada vez maiores, alguns que até então nunca haviam sido preenchidos. E ele o faz com maestria. Dizendo as palavras certas na hora certa. Tudo que eu queria - e precisava - ouvir. Sem me alongar demais e ficar meloso demais - na net, é claro...pq na 'ao vivo' eu já estou e não consigo negar - fico por aqui.

O que posso dizer é que estou me sentido feliz, como há muito não me sentia. Sentindo-me tomado por um sentimento verdadeiro, que vem sendo amadurecido aos poucos.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Afim de tirar o pó que por aqui se instalou, estou de volta. Não com as boas notícias que esperava no post anterior mas com outras boas notícias.

O semestre, finalmente, está chegando ao fim. Apesar da correria total nesses últimos dias, tudo se encaminha para um 'final feliz'. Creio que não tirarei todos os A´s que eu imaginava serem possíveis, mas ainda assim o resultado final será satisfatório.

O mais legal desses últimos dias é um sentimento que vem tomando conta de mim cada vez mais. É uma coisa muito boa. Ainda não posso dizer se é paixão. Encantamento creio que seria a palavra certa. Havia esquecido o valor dedas risadas bobas. Rir e sentir o coração se encher de alegria ao lembrar de uma pessoa é coisa que eu já hania esquecido como era. Aos poucos, estou relembrando o quão fascinante isso pode ser.

Sem mais - e com o compromisso de não ficar tanto tempo sem postar....tchau! :D

domingo, 24 de maio de 2009

Só pra atualizar mesmo...

No aguardo de boas notícias.
Pretendo, pela semana, contá-las e falar sobre os desdobramentos do post anterior...

;D

domingo, 3 de maio de 2009

don´t u shiver?

and it's you I see
but you don't see me
and it's you, I hear
so loud and so clear
I sing it loud and clear
and I'll always be waiting for you



De vez em quando é bom parar e perguntar,
vale(u)(rá) mesmo a pena?
Caso a resposta seja não... é hora de mudar.
É inevitável; se você mudar, o mundo muda com você.
Bom, pelo menos o teu mundo - o que já é uma graaande coisa.

Parar. Analisar. Conferir os acertos. Não corrigir os erros, isso é impossível. Cuidar para que eles não aconteçam novamente. Não os erros, isso também é impossível. Mas o que te fez errar, a atitude que te levou ao erro. Isso sim é perfeitamente passível de modificação. Se não estivermos sempre em busca de aperfeiçoamento, em busca de algo maior, de algo melhor as coisas perdem um pouco o sentido.

Mudanças, acredito eu, sempre são positivas. Principalmente quando visam o maior, o melhor.
É importante ter convicção, mas é importante também ter a capacidade de analisar as coisas e alterar um posicionamento que até então julgavas inabalável. Ao meu ver, demonstração de inteligência, não de fraqueza.

É por ter visto que até então muita coisa não tem funcionado, por desejar mudanças que algumas coisas estão mudando...

1. Parei de fumar. Dessa vez acho que consigo. Ao lavar o lenço que usei em uma festa e ver que a àgua que saiu dele tinha uma cor parecida com a de um chá, me deu nojo. Se depois de apenas uma noite de uso, apenas uma noite exposto à fumaça do meu cigarro e de todos aqueles que estavam ao meu redor, ele ficou daquele jeito...como não deve estar o meu pulmão? Não vou dizer que está sendo fácil. Definitivamente não. Mas acredito que os prós dessa minha mudança de atitude são infinitamente mais numerosos que os contras (se é que há algum).

2. Pode ser eu, podem ser os outros. Tenho me achado meio chato, meio sem sentido. Ao falar com outras pessoas sempre me senti diferente. Nunca como se tivesse olhando num espelho. Obviamente, semelhanças sempre existiram...mas o diferencial sempre esteve presente. E sempre me senti muito bem com isso. O que tem acontecido nos últimos tempos é que, ao falar com outras pessoas (algumas, é claro...), eu vejo que reflito exatamente as mesmas coisas que os outros possuíam/possuem e das quais não gosto. Tenho me sentido como que um reflexo de todas as coisas que eu julgava serem irritantes, erradas, impróprias. É com isso que me sinto mal. Isso faz com que eu me sinta mal, porque parece que o meu 'diferencial' se perdeu... Me sinto como se estivesse ficando igual aos demais. Pode parecer um pouco narcísico, mas juro que não é. Sinto falta de uma singularidade que acho que perdi.

3. Ainda fazendo uso do "valeu a pena?", decidi dar um tempo. Tempo em baladas e afins. 'Vazias', chatas, caras, desnecessárias. No outro dia, o pensamento que me vem a cabeça não é um "valeu a pena", é mais como um "não perderia nada se tivesse ficado em casa". Por isso que durante um certo tempo - um mês, no mínimo - me 'proponho' a recusar todos convites que me forem feitos. Pode parecer um pouco estranho. Mas mesmo que esse sirva para eu ver que 'perdi tempo', acho válido, acho necessário que eu me dê esse tempo.

Enfim, pode ser que daqui algum tempo eu chegue a conclusão de que tudo isso que eu escrevi não passou de uma grande besteira...mas eu precisava registrar isso.



did you want me to change?
well, I´ve change for good
and I want you to know
that you´ll always get ur way
I wanted to say...
DON´T U SHIVER?




domingo, 26 de abril de 2009

Não me pergunte o que aconteceu.
Não me pergunte o que mudou.
Não me pergunte se chorei.

Talvez eu não responda.
Talvez eu não saiba a resposta.

É provável que nada tenha acontecido.
É provável que nada tenha mudado.
É possível que não tenham restado lágrimas.

Faltam motivos pra sorrir.
Enquanto a falta persistir, tudo seguirá sem cor...

domingo, 19 de abril de 2009

Então cada vez mais eu me convenço de que tudo não passa de um jogo. Os acontecimentos me levam a fazer tal constatação. Não só essa; tenho jogado com a estratégia errada. Talvez meu erro seja justamente o fato de ter uma estratégia. Talvez eu ainda nem esteja pronto para (voltar a) jogar. Creio também que já tenha me esquecido das regras. O que é válido e o que não é. O que funciona - e principalmente - o que não funciona.

(risos) Engraçado, quando tu está a procura de uma resposta, de uma justificativa (que só tu mesmo pode dar) (ou não) tu faz ponderações/observações um tanto sem nexo.... Claro que, no meu caso, o fato de estar a mais de 24 horas sem sequer botar o nariz na rua deve ser levado em consideração!

Normal ou não, me sinto sempre numa eterna procura.

Pelo quê? Porquê? Por quem? Simplesmente não sei. O que sei é que se trato de algo que faz falta que se viesse, seria bom. Não que não esteja bom. Está, mas pode ficar melhor. Mentira...eu sei sim do que eu tô querendo/precisando........

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Escrevo....


Um pouco porque acho que tenho deixado o blog meio de lado...
Outro pouco porque realmente acho que tenho o que escrever...

Houve um tempo em que eu desejei coisas grandiosas. Um grande amor. Uma grande viagem. Grandes acontecimentos, grandes realizações. Hoje em dia não sonho 'menor'. Não quero 'menos'.
Apenas tenho acreditado que as coisas pequenas realmente têm seu valor. Que é inversamente proporcional ao seu 'tamanho'. Tenho prestado mais atenção nas pequenas coisas. Os pequenos gestos. As palavras curtas. Os sorrisos rápidos. Os repentinos arrepios. São essas coisas que têm me despertado
pequenas alegrias sinceras. São elas que eu tenho desejado que aconteçam com mais frequência. Entre os 'intervalos'.... até mesmo porque, das coisas grandes, eu ainda não desisti...

quinta-feira, 19 de março de 2009

E aí que eu tive a grande idéia de divulgar o blog em aula: boa, Niamei (?). Not!

Fiquei sem saber se as cores/layout dizem algo sobre mim. (Not!/Not?)
Falo muito sobre mim? (Not!/Not?)

:~

domingo, 8 de março de 2009

BBB

Falem mal à vontade. O fato é que por mais idiota que possa parecer, o Big Brother realmente me prende à TV. Não sei nem bem ao certo explicar o porquê.
O que mais me intriga é que, por mais que os resultados dos paredões possam mais ou menos indicar como ele são vistos aqui fora, ninguém tem certeza de nada. Quem para eles é o vilão, aqui fora pode ser o mocinho.
Isso me faz pensar 'no mundo aqui fora'. Também é meio impossível a gente saber qual a real idéia que as pessoas tem da gente. Será que todos aqueles elogios que meu tal 'amigo' me faz continuam valendo quando eu viro as costas? Será que a idéia de que eu não sou um vilão coincide com a idéia das pessoas que me conhecem?
Houve tempos em que o conflito entre a imagem que as pessoas tinham de mim e aquilo que eu realmente julgava ser, era imenso. Hoje, embora nem tão grande, essa diferença ainda existe. Acho que sempre existirá. Não creio que seja possível que nossos pensamentos, que nossas atitudes sejam traduzidos pelos outros tal qual foram concebidos em nossa mente. Esse ruído que acontece entre essas duas concepções diferentes, pode resultar em (pré)julgamentos, (pré)conceitos...
O 'ruim' é o que o paredão aqui fora, aquele pode comprovar ou não nossas teses - sobre nós mesmos e outras pessoas - é bem diferente... A 'eliminação' ocorre de maneira mais sutil, mais silenciosa. E ela não implica no abandono da casa, implica numa revisão de conceitos, de idéias. É quase como que um convite a repensar a vida e procurar aparar as arestas.

Reflexão tola, mas que me veio à mente e não pude evitar de pôr aqui.

Obs: Espero que, durante a vida, eu esteja arrecadando somente votos a meu favor...

quinta-feira, 5 de março de 2009

Bode recorrente escutando Adele. Válido. 'É o que tem'.

Contraditório é pouco. Ao meio-dia almoço com a amiga que precisava conversar sobre relacionamento. Saldo positivo; conselhos dados, tudo lindo. Fica mais fácil visualizar 'soluções' para um problema quando se está olhando de fora. Quando tu é o 'personagem' principal, quando é tu quem está no meio da tormenta, a coisa complica. Principal e único personagem. De uma história que vem sendo escrita a pelo menos 4 anos mas que ainda não começou, de uma peça que não tem sequer data prevista para estréia. Se vai ser sucesso? Ainda não sei. Torço por isso, mas não sei. Como torcer não basta, mãos à obra...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

então eu fico na dúvida: o tempo tá passando rápido demais ou sou eu que não agido eficientemente afim de aproveitá-lo ao mesmo. hoje assisti novamente ao filme 'wanted' que não é dos melhores mas tem a jolie o que pra mim, faz valer a pena vê-lo. em meio à toda a trama do filme, o protagonista, na verdade, tenta descobrir sua real 'identidade', saber 'a quê veio ao mundo', mais de uma vez ele coloca o nome dele no google e nenhum registro aparece. enfim, o que ficou não minha cabeça foi a última fala do filme - não sei ao certo quais palavras ele usa mas, traduzindo, ficaria algo do tipo: 'que merda vc tem feito ultimamente?' isso dito após ele ter encontrado respostas para as perguntas que ele fazia sob si próprio. não sei se era a essa a proposta inicial, mas o fato é que esse questionamento ficou na minha cabeça. o que eu tenho feito ultimamente para que as minhas perguntas sejam respondidas? o que eu tenho feito ultimamente para que as coisas que eu desejo, de fato aconteçam. eu tenho me esforçado o suficiente para que as coisas aconteçam da maneira como eu desejo. eu tenho trabalhado para a minha satisfação? inúmeras foram as perguntas que ficaram na minha cabeça. mesmo tendo se passado somente algumas horas desde que elas surgiram, para algumas eu já encontrei respostas. para as outras, espero que o tempo me ajude a encontrar...

o problema é que sempre que me encontro em meio à esses turbilhões de dúvidas, questionamentos, incertezas....ao invés de eu tomar uma posição mais ativa e tentar solucionar o 'problema' eu fico como que sem reação. falta coragem de tomar a iniciativa... acabo me achando contraditório.

as idéias estão vindo à minha mente mais rapidamente do que meus dedos conseguem digitar, sendo assim, paro aqui de escrever para que não pareça que estou mais confuso ainda....

;)







segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

[...]

não diz mais nada
a dor é minha eu me aguento pode crer
mesmo que eu tenha que chorar
pra aprender como esquecer você

[...]

Dói. Sem mais...

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

too weird for me

não ter nada pra fazer é muito agoniante. mesmo.

sem muitas opções de coisas 'interessantes' a serem feitas, fico aqui viajando na internet.
acabo achando várias coisinhas. umas bem agradáveis, outras nem tanto. dentre as agradáveis foi ter baixado um cd da grace jones lançado no ano passado. logo que tu começa a escutar é bem estranho. depois fica mais estranho ainda. enfim, sonoridade diferente, interessante. gostei.
outra bem legal foi o vídeo de uma criança tendo alucinações dentro do carro. tipo, o piá foi no dentista, tomou algum anestésico bem forte e ficou beeem doidinho. o pai teve a brilhante idéia de filmar tudo e colocar no youtube. rendeu algumas risadas. rir é sempre bom né!?

entrei num momento memories e comecei a entrar em fotolog aleatórios. no orkut fiz o mesmo, busquei perfis aleatórios também. digo, nem tão aleatórios assim, todos de pessoas conhecidas. umas mais outras menos. a maioria de gente que eu não vejo a muito tempo. ou que vejo mas 'não é a mesma coisa'. sei lá, estranho. lembrar de fatos/pessoas do passado; apesar de não curtir muito, quando vejo, sem me dar conta, estou fazendo isso. geralmente não são somente fatos/pessoas que me trazem boas lembranças. hoje, por exemplo, os 'escolhidos' foram os que não me trazem lembranças muito agradáveis.

enfim, nem sei porque estou falando tudo isso, ...

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Janeiro já acabou. Passou muito rápido. Não sei nem o que esperar de fevereiro, que tem menos dias ainda...

O fato é que essa temporada que passei na praia foi de grande valia. Mesmo, mesmo, mesmo. Com escassas opções do que fazer e tempo de sobra, pude fazer (até demais) duas coisas que eu gosto muito; pensar e escrever. Passei, inclusive, muito tempo escrevendo o que pensava. Foi bom.
Com toda a calma do mundo consegui avaliar a minha vida com um certo 'distanciamento'. Com aspas mesmo. Creio que seja impossível fazer uma análise imparcial da história em que és o personagem principal. Nesse início de ano é inevitável não pensar no que tu deseja que aconteça nos próximos meses do ano. Diferentemente de anos anteriores, nesse resolvi não esperar muito. Pessimismo? Não.

Resolvi fazer diferente. Na real o que eu decidi mesmo foi isso FAZER. Ficar parado e esperar que as coisas aconteçam não é a 'tática de vida' mais inteligente a ser adotada. A proposta é parar um pouco com os planejamentos e dar início a fase de execução.





Minha recuperação vai muito bem, obrigado. Já estou quase totalmente desinchado, me alimentando infinitamente melhor... O mais legal é que agora, quando me olho no espelho consigo imaginar mais ou menos como vai ficar o resultado final. Melhor, tô gostando do que vejo.

Sensação muito estranha é a de tu encontrar um conhecido na rua, comprimentá-lo, ele olhar pra tua cara e virar o rosto como se não te conhecesse. Depois que comecei - aos poucos - a sair pra rua novamente, isso já me aconteceu umas três vezes. É muito estranho mesmo. Claro que depois de eu começar a falar eles se deram conta de quem era. No caso da Michele, não foi nem a voz e sim o óculos. Risos.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

no pain, no gain

A ausência tem explicação; hoje faz uma semana que eu me operei. Depois de alguns anos de espera e diversos imprevistos, finalmente, foi feita a cirurgia que eu tanto desejava.

A dor está passando aos poucos. O inchaço também. O mais difícil pra mim é ficar sem comer. Como o trauma causado pelo procedimento é muito grande só consigo ingerir líquidos. Assim devo ficar, no mínimo, pelos próximos sete dias.

Tenho certeza de que, após passada essa fase de recuperação, vou poder dizer: VALEU A PENA!

domingo, 4 de janeiro de 2009

inove

Dois mil e oito acabou. Dois mil e novo começou. Óbvio.

Que este ano seja diferente. Diferente mesmo. A começar pelo fato de que eu desejo fazer a diferença. Mais ainda porque eu sei que posso fazê-la. Não depende de ninguém mais além de mim.

Quero um dois mil e nove sem amenidades. Ao gosto de José Dias, quero um 2009 superlativo: festas animadíssimas, paixões quentíssimas, músicas altíssimas, cervejas geladíssimas e todas íssimas e íssimos aos quais tenho direito!

Ainda me restam trezentos e sessenta dias para aprontar ainda mais do que nesses cinco dias e fazer com que dois mil e nove seja, de fato, inesquecível. Mãos à obra....